HMT sedia 8º Simpósio de Ortopedia


O evento reuniu médicos, residentes e acadêmicos, que discutiram novas técnicas e abordagem da Osteoartrose

Nos dias 26 e 27 de julho, o Hospital Madre Teresa (HMT) promoveu o 8º Simpósio de Ortopedia. O tradicional evento, organizado pelo serviço de Ortopedia, foi realizado no Centro de Desenvolvimento, Ensino e Pesquisa (CDEP) da Instituição e teve como tema central a “Osteoartrose”.

O Simpósio contou com a participação de ortopedistas, residentes e acadêmicos, que assistiram palestras e mesas redondas ministradas por especialistas do HMT, de outras cidades do país e um convidado internacional, que durante os dois dias discutiram os principais tipos de Osteoartrose (joelho, ombro e quadril), em três salas separadas, de acordo com as especialidades.
 


No segundo dia, duas cirurgias foram apresentadas: uma cirurgia de joelho foi transmitida ao vivo do bloco cirúrgico do Hospital Madre Teresa para o auditório. E uma cirurgia de quadril, gravada anteriormente foi exibida para discussão das etapas de cada procedimento.

De acordo com o ortopedista do HMT e um dos organizadores do Simpósio, Dr. Eduardo Frois Temponi, a Osteoartrose afeta cerca de um quarto da população mundial, sendo a grande maioria pessoas acima dos 55 anos. “O evento promove uma discussão nas subáreas da ortopedia, os diversos tratamentos clínicos e cirúrgicos e principalmente a reabilitação e recuperação funcional dos pacientes”, conta.


 
O coordenador do serviço de Ortopedia do Hospital Madre Teresa, Dr. Lúcio Honório de Carvalho Júnior ressalta que neste Simpósio a equipe escolheu dar mais ênfase para as articulações de mão, tornozelo, pé, quadril e joelho, que são os tipos mais comuns da doença. “Discussões sobre novas tecnologias e uso da robótica também serão promovidas, já que é um tendência disponível nos próximos anos”, explica.
 


O que é Osteoartrose?

É uma alteração da cartilagem que reveste as articulações como o joelho e o cotovelo, e é conhecida popularmente como “bico de papagaio”. O apelido se deve ao desgaste da camada cartilaginosa, que aumenta a pressão sobre os ossos, deixando-os com o formato de um bico de papagaio.

A doença surge de duas formas - a primária, decorrente de causas genéticas, e a secundária, adquirida por fatores externos. “A melhor forma de prevenir a forma secundária da alteração é manter a musculatura em dia, através da atividade física, e se afastar dos fatores de risco, principalmente a obesidade e os acidentes”, explica o Dr. Lúcio Honório de Carvalho Júnior.

As articulações mais impactadas são o joelho, quadril e coluna vertebral. A doença também pode afetar o ombro e o tornozelo, ainda que com menor frequência. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas que surgirem nessas regiões, como dor mecânica (aquela que piora com o esforço e melhora com o repouso), diminuição dos movimentos, aumento do volume da articulação e eventuais deformidades. De acordo com o Dr. Lúcio Honório, para cada paciente existe um tratamento específico, que varia conforme a gravidade do quadro: “O tratamento pode ser simples, como o fortalecimento muscular, ou complexo, como a substituição completa da cartilagem desgastada”, diz.

Procurar o ortopedista caso algum sintoma apareça e evitar a automedicação são medidas imprescindíveis para um bom diagnóstico e o tratamento correto da doença.




HMT sedia 8º Simpósio de Ortopedia


O evento reuniu médicos, residentes e acadêmicos, que discutiram novas técnicas e abordagem da Osteoartrose

Nos dias 26 e 27 de julho, o Hospital Madre Teresa (HMT) promoveu o 8º Simpósio de Ortopedia. O tradicional evento, organizado pelo serviço de Ortopedia, foi realizado no Centro de Desenvolvimento, Ensino e Pesquisa (CDEP) da Instituição e teve como tema central a “Osteoartrose”.

O Simpósio contou com a participação de ortopedistas, residentes e acadêmicos, que assistiram palestras e mesas redondas ministradas por especialistas do HMT, de outras cidades do país e um convidado internacional, que durante os dois dias discutiram os principais tipos de Osteoartrose (joelho, ombro e quadril), em três salas separadas, de acordo com as especialidades.
 


No segundo dia, duas cirurgias foram apresentadas: uma cirurgia de joelho foi transmitida ao vivo do bloco cirúrgico do Hospital Madre Teresa para o auditório. E uma cirurgia de quadril, gravada anteriormente foi exibida para discussão das etapas de cada procedimento.

De acordo com o ortopedista do HMT e um dos organizadores do Simpósio, Dr. Eduardo Frois Temponi, a Osteoartrose afeta cerca de um quarto da população mundial, sendo a grande maioria pessoas acima dos 55 anos. “O evento promove uma discussão nas subáreas da ortopedia, os diversos tratamentos clínicos e cirúrgicos e principalmente a reabilitação e recuperação funcional dos pacientes”, conta.


 
O coordenador do serviço de Ortopedia do Hospital Madre Teresa, Dr. Lúcio Honório de Carvalho Júnior ressalta que neste Simpósio a equipe escolheu dar mais ênfase para as articulações de mão, tornozelo, pé, quadril e joelho, que são os tipos mais comuns da doença. “Discussões sobre novas tecnologias e uso da robótica também serão promovidas, já que é um tendência disponível nos próximos anos”, explica.
 


O que é Osteoartrose?

É uma alteração da cartilagem que reveste as articulações como o joelho e o cotovelo, e é conhecida popularmente como “bico de papagaio”. O apelido se deve ao desgaste da camada cartilaginosa, que aumenta a pressão sobre os ossos, deixando-os com o formato de um bico de papagaio.

A doença surge de duas formas - a primária, decorrente de causas genéticas, e a secundária, adquirida por fatores externos. “A melhor forma de prevenir a forma secundária da alteração é manter a musculatura em dia, através da atividade física, e se afastar dos fatores de risco, principalmente a obesidade e os acidentes”, explica o Dr. Lúcio Honório de Carvalho Júnior.

As articulações mais impactadas são o joelho, quadril e coluna vertebral. A doença também pode afetar o ombro e o tornozelo, ainda que com menor frequência. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas que surgirem nessas regiões, como dor mecânica (aquela que piora com o esforço e melhora com o repouso), diminuição dos movimentos, aumento do volume da articulação e eventuais deformidades. De acordo com o Dr. Lúcio Honório, para cada paciente existe um tratamento específico, que varia conforme a gravidade do quadro: “O tratamento pode ser simples, como o fortalecimento muscular, ou complexo, como a substituição completa da cartilagem desgastada”, diz.

Procurar o ortopedista caso algum sintoma apareça e evitar a automedicação são medidas imprescindíveis para um bom diagnóstico e o tratamento correto da doença.