MITOS E VERDADES SOBRE O CÂNCER DE MAMA

Outubro Rosa — Hospital Madre Teresa
OUTUBRO ROSA

O Outubro Rosa está aí e mais uma vez é fundamental lembrarmo-nos do impacto que o câncer de mama tem para a vida de tantas pessoas e de suas famílias.

Vamos tentar saber um pouco mais sobre este assunto tão importante?

Confira os mitos e verdades

Mito ou verdade?

Conheça as respostas para 17 dúvidas sobre o câncer de mama.

01

“Não tenho casos de câncer de mama na família. Nunca terei um tumor na mama.”

✕ Mito

Ser filha, irmã ou mãe de mulheres que tiveram câncer de mama ou ter casos de câncer masculino na família pode elevar o risco de desenvolver a doença. No entanto, nenhuma mulher está imune à doença. Na verdade, a maioria dos casos de câncer de mama ocorre em mulheres sem história familiar da doença.

02

“Faço autoexame todos os meses. Não preciso fazer mamografia.”

✕ Mito

Embora o autoexame seja uma prática recomendável e positiva, devendo ser estimulada, ela não é capaz de detectar boa parte dos tumores de forma precoce. O exame médico associado a alguns exames como a mamografia é que pode detectar tumores iniciais.

03

“Fazer mamografia todos os anos depois de 40 anos é importante para detectar um tumor precocemente.”

✓ Verdade

A mamografia realizada anualmente após os 40 anos, ou até mesmo antes em caso de paciente com risco aumentado, pode detectar tumores mais precocemente, aumentando a chance de cura.

04

“O hábito dietético tem pouca ou nenhuma relação com meu risco de desenvolver câncer de mama.”

✕ Mito

Alimentos como frutas, verduras e legumes podem ajudar a reduzir o risco da doença. Alimentos ultraprocessados, gordura de origem animal e embutidos, por sua vez, podem aumentar as chances de surgir a doença.

05

“Obesidade, sedentarismo, tabagismo e álcool podem aumentar as chances de ter um tumor de mama.”

✓ Verdade

A obesidade, bem como o sedentarismo, interferem com a produção e o metabolismo de alguns hormônios, sabidamente aumentando a chance de desenvolver o câncer. Perder peso e praticar atividades físicas são benéficos para nossa saúde como um todo, incluindo um risco menor de câncer. O consumo de álcool e o tabagismo também estão ligados ao aumento de risco.

06

“Usar hormônios após a menopausa, a terapia de reposição hormonal, pode ser um fator de risco.”

✓ Verdade

Embora estudos recentes mostrem que o risco não é tão grande como anteriormente divulgado, especialmente quando não se usa a Progesterona, o uso prolongado da terapia hormonal aumenta um pouco o risco de desenvolver a doença, mas reduz o risco de doenças cardiológicas.

07

“Próteses de silicone podem causar câncer de mama.”

✕ Mito

Não há relação entre câncer de mama e o uso de próteses de silicone. O que pode ocorrer é uma dificuldade maior de se detectar um tumor pela presença do implante.

08

“Quem menstrua muito cedo, quem não tem filhos ou tem o primeiro filho depois dos 30 anos tem maior chance de desenvolver a doença.”

✓ Verdade

Quanto menos tempo a mulher ficar exposta ao Estrógeno e à Progesterona durante a sua vida, menores são as chances de ter a doença. Durante a gravidez e o período de amamentação, o ciclo menstrual normal é interrompido.

09

“Um tumor pode ser causado por um trauma, como uma pancada na mama em um acidente de automóvel.”

✕ Mito

Um trauma pode formar um hematoma, que pode até se assemelhar a um tumor, mas não tem nenhum risco de se transformar em um tumor maligno. Um tumor que já estava presente pode ser diagnosticado por ocasião do trauma por sangramento ou mesmo surgir no local anos depois, mas sem nenhuma relação direta.

10

“Eu ficarei com incapacidade física e limitação funcional do braço após o tratamento?”

✕ Mito

O tratamento cirúrgico para o câncer de mama atualmente é muito menos agressivo que no passado, não interferindo na realização das atividades cotidianas na maioria dos casos. Em cirurgias mais extensas ou com abordagem da axila, a fisioterapia pode ser um grande aliado na reabilitação e recuperação funcional do membro superior.

11

“Amamentar confere uma proteção contra o câncer de mama.”

✓ Verdade

Durante o período de lactação as células mamárias se multiplicam menos e o ciclo menstrual normal é interrompido, diminuindo a exposição da mulher ao efeito cíclico de alguns hormônios.

12

“A radiação emitida pela mamografia aumenta o risco de câncer, sobretudo da tireoide.”

✕ Mito

A quantidade de radiação emitida durante uma mamografia é extremamente baixa, não aumentando de forma significativa o risco de câncer. O uso de protetores para a tireoide pode atrapalhar o exame, inclusive forçando a realização de radiografias adicionais, o que aumenta a dose de radiação.

13

“O câncer de mama não ocorre em homens.”

✕ Mito

Embora seja bem mais raro nos homens, já que 98 a 99% dos casos ocorre em mulheres, os homens não estão livres da doença.

14

“O câncer de mama tem cura.”

✓ Verdade

Felizmente, para um grande número de pessoas hoje, o tumor é curável, graças sobretudo aos avanços no tratamento, que incluem a Cirurgia, a Quimioterapia e a Radioterapia, e também ao diagnóstico precoce da doença que aumenta muito a chance de cura.

15

“Tenho câncer de mama. Tenho que tirar a mama e ficar mutilada.”

✕ Mito

A cirurgia conservadora, onde se preserva boa parte da mama, é possível na maioria das vezes, sem que isso implique em diminuir a possibilidade de cura. E mesmo em casos em que a mama toda precise ser retirada, as técnicas cirúrgicas de reconstrução permitem que se reconstrua a mama, seja com próteses ou com tecidos do próprio corpo da paciente.

16

“Posso fazer um teste genético e saber se tenho um risco aumentado de ter a doença.”

✓ Verdade

A realização de testes genéticos é possível para se identificar a presença de mutações genéticas, que podem ser transmitidas para os descendentes ou estar presente em parentes próximos. Mas está indicado em alguns casos apenas, quando já se tem pessoas com diagnóstico de câncer na família (mãe, irmã ou filha), sobretudo se a doença aparece antes dos 50 anos, em casos de câncer em ambas as mamas e/ou em casos de homens com diagnóstico de câncer de mama.

17

“Posso tomar qualquer remédio ou chá durante o tratamento de quimioterapia ou hormonioterapia.”

✕ Mito

Alguns chás e medicamentos podem interferir na eficácia do tratamento. Por isso, antes de utilizar qualquer chá ou medicamento, consulte um profissional da equipe multidisciplinar, como médico, enfermeiro, farmacêutico ou nutricionista.

Informação também é cuidado.

Compartilhar conhecimento é uma forma de promover a conscientização sobre o câncer de mama.

Hospital Madre Teresa

Hospital Madre Teresa e Grandes Instituições Unidas no Outubro Rosa.

Outubro Rosa

Programação Especial na Praça da Liberdade

Neste Outubro Rosa, o Hospital Madre Teresa se uniu a outras grandes instituições mineiras em uma programação especial, composta por dois eventos abertos ao público, no entorno da Praça da Liberdade.

17 DE OUTUBRO

Outubro Rosa: Mova-se pela Vida

  • 📍 Local: Palácio da Liberdade
  • ⏰ Horário: 09h às 13h

Compartilharemos muito conhecimento em um Circuito da Saúde da Mulher e convidaremos o público a se exercitar em aulas de Dança Expressiva.

🖼️ Convite Oficial ▼
Convite Outubro Rosa - 17 de Outubro
22 DE OUTUBRO

Outubro Rosa: Reconstruindo a Vida

  • 📍 Local: Museu das Minas e do Metal
  • ⏰ Horário: 19h às 21h30

Um momento para falar sobre a detecção precoce do câncer de mama e sobre como reconstruir a vida após o diagnóstico.

🖼️ Convite Oficial ▼
Convite Outubro Rosa - 22 de Outubro

Missa pelo Jubileu de 90 anos da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada

Na última sexta-feira, dia 28/8, celebramos uma missa especial na Capela do Hospital Madre Teresa para nos prepararmos para o Jubileu de 90 anos da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, a ser comemorado em 8 de novembro deste ano.
 
Na pessoa do caríssimo Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor, agradecemos a todo o Clero que se fez presente. Somos gratos também aos agentes da Pastoral da Saúde, benfeitores, parceiros, colaboradores e médicos que colaboram com a perpetuação do legado da Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, e a todos da comunidade que participaram.
 
Em nome da Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, damos graças a quem esteve conosco nessa caminhada de 90 anos de fé, amor ao próximo e dedicação à vida.  
 
O Hospital Madre Teresa é vinculado à Congregação e possui irmãs na gestão do hospital e em setores da nossa instituição, traduzindo no dia a dia a essência da Congregação por meio do compromisso com o cuidado integral, a proteção e o acolhimento do paciente.

Hospital Madre Teresa inaugura Serviço de Radioterapia e amplia assistência integral ao paciente oncológico

Nova estrutura une tecnologia, acolhimento e atendimento integrado para o tratamento do câncer

O Hospital Madre Teresa inaugurou oficialmente seu novo Serviço de Radioterapia, consolidando mais um importante avanço na assistência oncológica oferecida pela instituição. Com a nova estrutura, o hospital passa a oferecer ao paciente um cuidado ainda mais completo, reunindo em um único local diferentes etapas do diagnóstico, tratamento e acompanhamento do câncer.

A cerimônia de inauguração teve início com uma bênção conduzida pelo Padre Valdioney Pereira dos Santos, seguida da Celebração Eucarística. O evento reuniu diretores do Hospital Madre Teresa, irmãs Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, médicos do corpo clínico, colaboradores e representantes de operadoras de saúde, que puderam conhecer de perto a nova unidade e os investimentos realizados para fortalecer a assistência oncológica.

Projetado para aliar tecnologia, segurança e humanização, o Serviço de Radioterapia foi desenvolvido para proporcionar conforto e bem-estar durante toda a jornada do tratamento. Da recepção à sala de aplicação, os ambientes foram cuidadosamente planejados para oferecer uma experiência acolhedora, organizada e segura aos pacientes e seus familiares.

A nova estrutura representa um passo importante na estratégia do Hospital Madre Teresa de ampliar o acesso ao tratamento oncológico de forma integral, dentro da instituição. Ao concentrar diferentes modalidades de cuidado em seu complexo, o hospital favorece uma assistência mais ágil, coordenada e centrada nas necessidades de cada paciente e com o acompanhamento completo da equipe médica de cada pessoa.

Com a inauguração do Serviço de Radioterapia, o Hospital Madre Teresa reforça seu compromisso com a inovação, a excelência assistencial e o cuidado integral, ampliando as possibilidades terapêuticas e contribuindo para uma jornada de tratamento cada vez mais completa e humanizada.

Queda de idosos: riscos e prevenção

A queda de idosos é um problema de saúde pública: um em cada quatro idosos brasileiros que moram nas cidades já sofreu algum tipo de queda no período de um ano, segundo estimativa do Ministério da Saúde.

E os especialistas alertam que as quedas não devem ser consideradas normais. É preciso entender as causas e buscar maneiras de preveni-las. O assunto foi discutido no programa Panorama, da TV Assembleia, com participação da fisioterapeuta Raquel Bosco, Coordenadora do Serviço de Fisioterapia do Hospital Madre Teresa, junto com a geriatra Ana Cristina Nogueira Borges, Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Geriatria da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Confira: https://www.almg.gov.br/comunicacao/tv-assembleia/videos/video?id=2604986&tagLocalizacao=89

Previna-se contra pneumonia

Compartilhar conhecimento faz parte do compromisso do Hospital Madre Teresa com a promoção da saúde e a prevenção de doenças. O Hospital sediou uma reportagem exibida hoje nacionalmente no Bom Dia Brasil, da TV Globo, contribuindo para ampliar a conscientização sobre a pneumonia e a importância do diagnóstico e do cuidado adequado.

A reportagem contou com a participação do nosso infectologista, Dr. Estevão Urbano, profissional que há anos compartilha conhecimento com a sociedade por meio dos principais veículos de comunicação de Belo Horizonte e de Minas Gerais. Ao lado dele, um paciente da nossa instituição também relatou sua experiência, reforçando o impacto que o cuidado humanizado faz na jornada de quem confia em nossa equipe.

Confira o alerta sobre pneumonia e previna-se: https://g1.globo.com/bom-dia-brasil/video/internacoes-por-pneumonia-estao-crescendo-no-brasil-14756365.ghtml

Hospital Madre Teresa Conquista Certificação Internacional ISO 7101:2025

É com grande orgulho que o Hospital Madre Teresa reafirma seu pioneirismo na saúde ao se tornar a primeira instituição filantrópica do Brasil certificada na norma ISO 7101:2025.


Conferido pelo prestigiado Instituto Qualisa de Gestão (IQG), este selo internacional atesta a maturidade de nossa gestão e o compromisso inabalável com a excelência do cuidado centrado no paciente.

Esta conquista reflete a robustez da governança corporativa do Hospital Madre Teresa e materializa o esforço diário de profissionais extremamente qualificados e dedicados a transformar a complexidade hospitalar em uma entrega de valor segura, sustentável e humana.


Expressamos nosso profundo agradecimento a toda a equipe do HMT, cuja dedicação e alinhamento aos valores institucionais tornaram este marco histórico possível. Seguiremos firmes em nosso propósito de elevar, continuamente, os padrões assistenciais e da gestão em saúde no país.

Há 60 anos, um menino entrou sozinho no Hospital Madre Teresa para encontrar sua mãe

Um reencontro, uma cura e uma memória que atravessa décadas

Há histórias que ajudam a contar a trajetória de um hospital. Recentemente, o escritor e paciente Márcio Metzker compartilhou um relato emocionante sobre sua relação com o Hospital Madre Teresa, iniciada há cerca de 60 anos, quando a instituição ainda atuava como sanatório para tratamento da tuberculose.

A seguir, reproduzimos o texto integralmente, conforme enviado pelo autor.

60 anos no Madre Teresa

Por Márcio Metzker, escritor

“A primeira vez que vim ao Hospital Madre Teresa foi há 60 anos, quando era apenas um sanatório de tuberculosos chamado Marques Lisboa. A cidade de Belo Horizonte acabava nos campos de treinamento militar da hoje avenida Raja Gabaglia. Onde está a Assembleia Legislativa era um capinzal e a favela da Barroca, depois havia a grande favela Morro do Querosene à esquerda de uma estradinha de terra e este penhasco onde fica o hospital. Mais nada além.

Eu era o primogênito de seis irmãos. Meus pais, num tremendo esforço para construir uma casa que coubesse tanta gente, passaram a trabalhar em dois empregos cada um. Minha mãe era diretora de escola pública na periferia e pegou um cargo de orientadora pedagógica na Escola Israelita. Acabou adoecendo de tuberculose. Ficou pálida, emagreceu, tossia o tempo todo. Foi internada no sanatório. Meus irmãos menores foram espalhados pelas casas dos tios e ficamos apenas meu pai, meu irmão Marcelo e eu em casa, lendo todos os livros, aprendendo a fritar ovo, abrir lata de sardinha e fazer gelatina.

Meses depois, a saudade de minha mãe era tão grande que o medo de nunca mais revê-la me fez pular na bicicleta e vir procurar este hospital, com um senso de direção que até hoje me surpreende. Cheguei suado e empoeirado ao grande portão de ferro. Existia apenas a rampa que acessava duas grandes enfermarias, algumas salas de procedimentos e consultas, uma capela e um necrotério. O resto eram jardins. Uma freira de hábito negro andava entre os canteiros e veio me atender. Disse que só maiores de 15 anos podiam visitar e só nos domingos. Eu tinha 13.

Chorei tanto no portão que ela se compadeceu de mim e me deixou entrar, instruindo-me como chegar à enfermaria feminina. Fiquei aflito ao não ver minha mãe. As internas disseram que devia estar na capela. Fui na direção indicada e vi uma senhora bem arrumada, corada, robusta, cabelos tratados, vindo pelo caminho. Era ela! Corri para abraçá-la e ficamos umas duas horas contando as novidades. Nunca antes tinha ficado tanto tempo a sós com minha mãe.

Nessa época estava acontecendo uma revolução na medicina, com o uso em larga escala de um novo antibiótico, a estreptomicina, que era eficaz contra o bacilo de Koch, como era chamado a bactéria da tuberculose. E minha mãe foi um dos mais precoces casos de cura, liberada do hospital com pouco mais de 90 dias. O tratamento continuou por meses em casa. Ela tinha que tomar muitos comprimidos grandes, que só conseguia engolir com banana. Viveu mais cinquenta anos, sem nunca mais tossir.

A gente fica com ótima imagem de um hospital que nos devolve viva e saudável nossa mãe. Por isso o Madre Teresa é sempre minha primeira opção, tanto para cirurgias como para tratamentos. Sempre rezo para que não esteja lotado, e lamento quando tenho que ir para outro hospital.

Neste mundo em que a medicina anda cada vez mais mercenária, é reconfortante ver que o Madre Teresa conserva seus princípios e compromissos. É surpreendente a competência e a qualidade humana de seus profissionais. Fiz cirurgias de próteses de titânio e cerâmica nos dois quadris com o Dr. Carlos Vassalo há 12 anos e nunca tive problema algum. Os pneumologistas Dr. Frederico e Dr. Marco Antônio Reis estão entre os mais conceituados do Estado. Afeiçoei-me ao Dr. Marco Antônio e sigo suas orientações até fora da área da Pneumologia. Vida longa para essa fantástica fábrica de saúde!”

Histórias que também fazem parte da trajetória do HMT!

Relatos como o de Márcio Metzker atravessam gerações e reforçam o compromisso histórico do Hospital Madre Teresa com o cuidado, o acolhimento e a excelência assistencial.

Ao longo de décadas, milhares de histórias passaram pelos corredores da instituição: histórias de superação, reencontros, esperança e cuidado humano.

Nosso agradecimento ao escritor Márcio Metzker pela confiança, pelo carinho e pela autorização para compartilhar essa memória tão especial.

Hospital Madre Teresa mais uma vez entre os melhores do Brasil

O Hospital Madre Teresa é destaque na Revista Medicina S/A, uma das publicações mais conceituadas de negócios, gestão e inovação da área de saúde do país.

Em sua edição atual, a revista elenca os melhores hospitais do Brasil segundo o ranking Newsweek e traz uma matéria exclusiva, que conta a história e destaca os diferenciais da nossa instituição.

Confira a revista e leia a conteúdo que traz a essência do HMT, ressalta a integração à Rede Madre e mostra como o cuidado humanizado e a excelência assistencial o consolidaram como referência em Minas Gerais e no Brasil.

Aqui, acesse sobre o HMT na revista.

Para fazer download da revista na íntegra: https://medicinasa.com.br/edicao33/

Hospital Madre Teresa entre os mais cobiçados em residência médica

Inscrições para nossos programas tiveram quase 20% de aumento em relação à edição anterior, posicionando-nos como um importante centro de formação.

O Hospital Madre Teresa (HMT) esteve, nos últimos anos, no topo das listas de maior relação candidato/vaga do Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais (PSU MG), organizado pela Associação de Apoio a Residência Médica de Minas Gerais (AREMG), para a seleção de residentes médicos. Pelo PSU MG 2026, 40 novos residentes iniciaram seus estudos junto à equipe do HMT – que também recebeu, este ano, 50 especializandos de Medicina e Fisioterapia em parceria com a PUC-Minas. 

Mais de 2.000 candidatos se inscreveram para os programas de residência do HMT deste ano, em 10 áreas médicas: Anestesiologia, Cardiologia, Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia, Medicina Intensiva, Neurocirurgia, Neurologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem.

Como o PSU permite que um mesmo candidato se inscreva em várias instituições para a mesma especialidade, isso significa que mais de 2.000 médicos manifestaram o desejo de se especializar conosco.

Excelência do ensino

Segundo Mariângela Vilas Bôas, Coordenadora do CDEP (Centro de Desenvolvimento, Estudo e Pesquisa), houve um aumento de inscrições de quase 20% em relação ao PSU anterior (2025). “Essa grande procura de médicos interessados em se especializar conosco é reflexo de toda a dedicação da equipe e da qualidade assistencial da nossa instituição. Desejo que o nosso ensino seja sempre percebido na segurança, no acolhimento e na excelência técnica dedicada aos nossos pacientes por quem se forma no HMT e permanece em nosso corpo clínico”, afirma.

Especialidades mais concorridas 

A Clínica de Otorrinolaringologia do HMT foi a campeã de inscritos por vaga na relação geral de todos os hospitais participantes do PSU 2026: contabilizou 231 candidatos disputando uma vaga, conforme dados oficiais do processo. Na sequência, os programas de residência do HMT com a maior procura pelos candidatos foram a Anestesiologia, com 121 inscritos por vaga, e a Neurocirurgia, com 110 inscritos para apenas uma vaga.

“A residência em Otorrinolaringologia do HMT é a mais disputada do Brasil nos últimos 5 a 6 anos. A alta demanda pode ser atribuída a alguns fatores importantes. Ao longo do tempo, nós nos preparamos para alcançar esse nível de excelência. No que diz respeito à parte científica, boa parte dos nossos médicos, que contribuem para a formação dos residentes, possui mestrado e doutorado. O Hospital nos cedeu uma área física há quase 20 anos e nós adquirimos toda a aparelhagem tecnológica. Isso tudo elevou o nosso padrão de residência a um patamar diferenciado tornando-a a mais concorrida do país. Os residentes que formamos se tornam excelentes profissionais e saem da formação altamente capacitados. Nossa residência inclui aulas teóricas e práticas, que ocorrem tanto em consultório quanto no Centro Cirúrgico. Dentre todas as áreas da nossa especialidade (Otologia, Rinologia Funcional e Estética, Laringologia, Cirurgia de Base de Crânio, Cirurgia de Cabeça e Pescoço) que estão em contínuo progresso, queria salientar o setor de Otoneurologia, especializado no tratamento de distúrbios do equilíbrio (vertigem), que é considerado hoje uma referência em todo o país. Nossa equipe segue se atualizando regularmente por meio de cursos e congressos, tanto no Brasil quanto no exterior. Tudo isso nos estimula à procura de um crescimento contínuo”, afirma dr. Ricardo Jacob de Macedo, Coordenador do serviço de Otorrinolaringologia. 

Os programas de residência são conduzidos por médicos preceptores com ampla experiência assistencial e acadêmica, que acompanham de perto toda a formação dos residentes. “O nosso modelo de ensino combina aulas semanais, discussão de casos clínicos e acompanhamento direto dos preceptores, tanto presencial quanto online. Ao longo do programa, os residentes passam por avaliações periódicas”, explica o Coordenador da Residência em Anestesiologia, Dr. Rodrigo Lima.  Ao final da especialização, os profissionais recebem o título validado pela entidade específica de cada especialidade. 

O HMT é referência em procedimentos de alta complexidade e seu ambiente assistencial contribui diretamente para a formação com cirurgias convencionais e robóticas, procedimentos variados e exames, permitindo que os residentes tenham contato guiado pelos seus preceptores com casos de diferentes perfis.

Vivência que marca a trajetória profissional

“O residente é exposto a uma grande variedade de cenários clínicos e cirúrgicos, o que favorece um aprendizado progressivo e consistente. Existe um equilíbrio entre autonomia supervisionada e suporte constante dos preceptores, o que contribui para o desenvolvimento da segurança técnica e do raciocínio clínico”, afirma a residente de Anestesiologia Ana Clara Pereira Lage de Oliveira.

Segundo ela, a diversidade de especialidades e o alto volume de atendimentos contribuem para uma formação abrangente. “Trata-se de um hospital de grande porte, que nos possibilita contato com procedimentos de diferentes níveis de complexidade. Além disso, o HMT é reconhecido pela qualidade assistencial, pelo compromisso com o ensino e pela formação sólida de seus residentes”, destaca.

Ao longo do programa, além do desenvolvimento técnico, os médicos em formação também aprimoram habilidades fundamentais para a prática profissional, como trabalho em equipe, comunicação e tomada de decisão, competências essenciais para uma atuação médica segura, ética e centrada no cuidado ao paciente.