Pioneirismo na Saúde: Equipe de Cirurgia Cardiovascular do HMT realiza nova técnica em Belo Horizonte

Publicado em: 28/2/2020


A prótese aórtica “rapid deployment”, ou de “liberação rápida” é mais uma opção menos invasiva para pacientes com estenose aórtica.

O Hospital Madre Teresa (HMT) se destaca em novas técnicas na área de Cirurgia Cardiovascular, sendo reconhecido nacionalmente pelo pioneirismo em diversos procedimentos para tratar pacientes com doenças cardíacas.

Mais uma vez, a equipe de Cirurgia Cardiovascular do HMT inova ao utilizar técnicas menos invasivas para trocas valvares, beneficiando os pacientes que não podem ser submetidos a cirurgia convencional, devido ao alto risco do procedimento.

Trata-se de uma nova técnica cirúrgica para os pacientes com estenose aórtica: o implante de válvula de liberação rápida, realizada com sucesso, no dia 17 de fevereiro no Hospital Madre Teresa.

A estenose na valva aórtica é uma doença que causa o estreitamento de uma das válvulas cardíacas, dificultando a saída do sangue do coração para todo o corpo. A cirurgia convencional requer a abertura do esterno (osso do peito) e a utilização de um aparelho que vai bombear o sangue durante o procedimento – CEC (Circulação Extracorpórea).

A nova técnica, realizada pelo cirurgião cardiovascular do HMT, Dr. Ernesto Lentz da Silveira Monteiro, contou com a participação dos demais membros da equipe: Dr. Fernando Roquette, Dr. Luiz Cláudio Moreira Lima (diretor técnico), Dr. Rodrigo de Castro Bernardes (coordenador da Cirurgia Cardiovascular) e Dr. Marcelo Ivo, além do anestesiologista, Dr. Francisco Tadeu da Mota Albuquerque e equipe assistencial do Bloco Cirúrgico.

Conforme explica o Dr. Luiz Cláudio Moreira Lima, “apesar do implante de válvula de liberação rápida utilizar a circulação extracorpórea, ele é um procedimento mais rápido do que o convencional, oferecendo melhor desempenho hemodinâmico. Isso é possível porque o cirurgião substitui a válvula doente sem necessidade de suturas minimizando os possíveis efeitos da CEC prolongada”.

De acordo com o Dr. Ernesto Lentz da Silveira Monteiro, não existe uma técnica melhor do que a outra. “Cada paciente é único e, somente o médico, em parceria com toda equipe do “Heart Team”, indicará o melhor tratamento e/ou procedimento cirúrgico para cada paciente”.




Pioneirismo na Saúde: Equipe de Cirurgia Cardiovascular do HMT realiza nova técnica em Belo Horizonte

Publicado em: 28/2/2020


A prótese aórtica “rapid deployment”, ou de “liberação rápida” é mais uma opção menos invasiva para pacientes com estenose aórtica.

O Hospital Madre Teresa (HMT) se destaca em novas técnicas na área de Cirurgia Cardiovascular, sendo reconhecido nacionalmente pelo pioneirismo em diversos procedimentos para tratar pacientes com doenças cardíacas.

Mais uma vez, a equipe de Cirurgia Cardiovascular do HMT inova ao utilizar técnicas menos invasivas para trocas valvares, beneficiando os pacientes que não podem ser submetidos a cirurgia convencional, devido ao alto risco do procedimento.

Trata-se de uma nova técnica cirúrgica para os pacientes com estenose aórtica: o implante de válvula de liberação rápida, realizada com sucesso, no dia 17 de fevereiro no Hospital Madre Teresa.

A estenose na valva aórtica é uma doença que causa o estreitamento de uma das válvulas cardíacas, dificultando a saída do sangue do coração para todo o corpo. A cirurgia convencional requer a abertura do esterno (osso do peito) e a utilização de um aparelho que vai bombear o sangue durante o procedimento – CEC (Circulação Extracorpórea).

A nova técnica, realizada pelo cirurgião cardiovascular do HMT, Dr. Ernesto Lentz da Silveira Monteiro, contou com a participação dos demais membros da equipe: Dr. Fernando Roquette, Dr. Luiz Cláudio Moreira Lima (diretor técnico), Dr. Rodrigo de Castro Bernardes (coordenador da Cirurgia Cardiovascular) e Dr. Marcelo Ivo, além do anestesiologista, Dr. Francisco Tadeu da Mota Albuquerque e equipe assistencial do Bloco Cirúrgico.

Conforme explica o Dr. Luiz Cláudio Moreira Lima, “apesar do implante de válvula de liberação rápida utilizar a circulação extracorpórea, ele é um procedimento mais rápido do que o convencional, oferecendo melhor desempenho hemodinâmico. Isso é possível porque o cirurgião substitui a válvula doente sem necessidade de suturas minimizando os possíveis efeitos da CEC prolongada”.

De acordo com o Dr. Ernesto Lentz da Silveira Monteiro, não existe uma técnica melhor do que a outra. “Cada paciente é único e, somente o médico, em parceria com toda equipe do “Heart Team”, indicará o melhor tratamento e/ou procedimento cirúrgico para cada paciente”.