EQUIPE DE ORTOPEDIA DO HOSPITAL MADRE TERESA REALIZA DÉCIMO TRANSPLANTE DE ALOENXERTO NO JOELHO

Publicado em: 24/7/2020


Em Belo Horizonte, poucas equipes são credenciadas para realizar esse tipo de transplante.
    
 

A Clínica de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Madre Teresa (HMT) é pioneira em Minas Gerais na realização de transplante de aloenxerto no joelho, também conhecido como transplante de tendão de doador cadáver, obtido através de banco de tecidos.

 

O princípio deste tipo de transplante é o mesmo utilizado em outros como de fígado, rim etc. “A ideia é a utilização de partes, no caso da Ortopedia são do aparelho músculo esquelético, para a reconstrução de lesões complexas envolvendo o sistema locomotor”, explica o coordenador do serviço no HMT, Dr. Lúcio Honório.

 

Dr. Lúcio Honório conta que o transplante beneficia pacientes com lesões complexas envolvendo o joelho e outras articulações, bem como aqueles com doenças degenerativas com falhas ósseas.

 

A primeira vez que os ortopedistas do Hospital Madre Teresa realizaram o procedimento foi em 2016 e desde então têm realizado uma média de dois transplantes ao ano. Na última semana de junho, os médicos realizaram o décimo transplante de aloenxerto ao nível do joelho.

 

Segundo o ortopedista do Hospital, Dr. Eduardo Frois, poucas são as equipes credenciadas em Belo Horizonte para realizar este tipo de procedimento. Ele explica que o transplante envolvendo aloenxerto em lesões multiligamentares do joelho consiste na substituição de ligamentos e do preenchimento das falhas ósseas com o material do doador. “Os benefícios são inúmeros, pois reduz o tempo de cirurgia, diminui a morbidade (pois nada é retirado do próprio paciente), além da rápida recuperação”.

 

De acordo com a equipe, Minas Gerais ainda não possui um banco de tecidos, o material é solicitado através de uma parceria com dois parceiros: o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), localizado no Rio de Janeiro e a Santa Casa de São Paulo. “O doador é pré-determinado e nós recebemos apenas as partes que solicitamos dentro da necessidade dos pacientes ”, explica o ortopedista Dr. Luiz Fernando Soares.




EQUIPE DE ORTOPEDIA DO HOSPITAL MADRE TERESA REALIZA DÉCIMO TRANSPLANTE DE ALOENXERTO NO JOELHO

Publicado em: 24/7/2020


Em Belo Horizonte, poucas equipes são credenciadas para realizar esse tipo de transplante.
    
 

A Clínica de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Madre Teresa (HMT) é pioneira em Minas Gerais na realização de transplante de aloenxerto no joelho, também conhecido como transplante de tendão de doador cadáver, obtido através de banco de tecidos.

 

O princípio deste tipo de transplante é o mesmo utilizado em outros como de fígado, rim etc. “A ideia é a utilização de partes, no caso da Ortopedia são do aparelho músculo esquelético, para a reconstrução de lesões complexas envolvendo o sistema locomotor”, explica o coordenador do serviço no HMT, Dr. Lúcio Honório.

 

Dr. Lúcio Honório conta que o transplante beneficia pacientes com lesões complexas envolvendo o joelho e outras articulações, bem como aqueles com doenças degenerativas com falhas ósseas.

 

A primeira vez que os ortopedistas do Hospital Madre Teresa realizaram o procedimento foi em 2016 e desde então têm realizado uma média de dois transplantes ao ano. Na última semana de junho, os médicos realizaram o décimo transplante de aloenxerto ao nível do joelho.

 

Segundo o ortopedista do Hospital, Dr. Eduardo Frois, poucas são as equipes credenciadas em Belo Horizonte para realizar este tipo de procedimento. Ele explica que o transplante envolvendo aloenxerto em lesões multiligamentares do joelho consiste na substituição de ligamentos e do preenchimento das falhas ósseas com o material do doador. “Os benefícios são inúmeros, pois reduz o tempo de cirurgia, diminui a morbidade (pois nada é retirado do próprio paciente), além da rápida recuperação”.

 

De acordo com a equipe, Minas Gerais ainda não possui um banco de tecidos, o material é solicitado através de uma parceria com dois parceiros: o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), localizado no Rio de Janeiro e a Santa Casa de São Paulo. “O doador é pré-determinado e nós recebemos apenas as partes que solicitamos dentro da necessidade dos pacientes ”, explica o ortopedista Dr. Luiz Fernando Soares.